Introdução Parcial - Parte I

            A Parte I do livro, A Música Popular na História do Brasil, dá início à nossa viagem com o compositor Donga (um marco expressivo da história musical brasileira, e que acabou inspirando o título do livro, com o nome do seu samba mais significativo). Acrescentando-se fatos históricos que melhor retratassem a época enfocada, a partir do alvorecer do samba e da marchinha (no período entre 1917 a 1929), surgem os nomes de Freire Júnior, Sinhô, Luiz Peixoto e Freitinhas.
Chega-se, em seguida, à chamada época de ouro dos anos 30, relembrando Nílton Bastos, Heitor dos Prazeres, Joubert de Carvalho, Heckel Tavares, Vadico, Alberto Ribeiro, Bide, Marçal, Capiba, André Filho, Cândido das Neves, Dunga, Alcyr Pires Vermelho, Walfrido Silva, Roberto Martins, Waldemar Silva, Antônio Almeida, Rubens Soares, José Maria de Abreu, Francisco Matoso, Jararaca, Vicente Paiva, Raul Marques, Cyro de Sousa, Benedito Lacerda, Mário Lago, Newton Teixeira, Jorge Faraj, René Bittencourt e Bororó.
Continuando o brilho da música popular, na década de 40, ressalta-se o talento de Haroldo Lobo, Nássara, Paquito, Marino Pinto, Zé da Zilda, Cristóvão de Alencar, Zequinha de Abreu, Roberto Roberti, Arlindo Marques Jr, Custódio Mesquita, Evaldo Ruy, Mário Rossi, Pedro Caetano, Erathostenes Frazão, Humberto Teixeira, Aldo Cabral e Fernando Lobo.
Nos dourados anos 50, abre-se espaço para a multifacetada obra de Radamés Gnattali, Waldir Azevedo, Hervê Cordovil, Chocolate, Altamiro Carrilho, Bucy Moreira, Luiz Antônio, Candeias Jota Júnior, David Nasser, Paulo Marques, Luiz Bonfá, Garoto, Monsueto, Fernando César, Mirabeau, Newton Mendonça, Meira, Maysa, Zé Dantas, Denis Brean, Moreira da Silva e João Donato.
A década de 60 destaca a bossa de Sérgio Ricardo, Roberto Menescal, Ronaldo Bôscoli, Baden Powell, Luís Reis, Juca Chaves, Paulo Soledade, Durval Ferreira, Raul Sampaio, Francis Hime, Lúcio Cardim, Zé Ketti, João do Vale, Elton Medeiros, Marcos e Paulo Sérgio Valle, Oscar Castro Neves, Guilherme de Brito, Geraldo Vandré, Capinan, Fernando Brant, Carlos Imperial, Sidney Miller, Hermínio Bello de Carvalho, Maurício Tapajós, Tom Zé, Torquato Neto, Taiguara, Silas de Oliveira, Mano Décio da Viola e Bala.
Representando os anos 70, incluem-se canções de Monarco, Jards Macalé, Waly Salomão, Luiz Melodia, Toquinho, Roberto e Erasmo Carlos, Lô Borges, Campo Grande, Raul Seixas, Carlos Cachaça, Mauro Duarte, Neguinho da Beija-Flor, Renato Teixeira, Nelson Sargento, Jorge Aragão, Candeia, Yvone Lara, Délcio Carvalho, Paulo Vanzolini, Joanna, Ivan Lins, Joyce (hoje Joyce Moreno), Beto Guedes e Zé Ramalho.
A década de 80 apresenta composições dos inspirados e criativos Djavan, Moraes Moreira, João Nogueira, Paulo César Pinheiro, Zé Katimba, Jacob do Bandolim, Geraldo Azevedo, Didi, Alceu Valença, Cecéu e Antonio Barros, Eduardo Dusek, Lulu Santos, Nelson Motta, Dedé da Portela, Dominguinhos, Wilson Moreira, Nei Lopes, Almir Guineto, Zeca Pagodinho, Jurandir da Mangueira, Luiz Carlos da Vila e, a poesia rebelde de Cazuza.
Finalmente, de 1990 aos dias atuais, vale salientar, entre outros, os renovadores Guinga, Moacyr Luz e Marisa Monte, três exemplos notáveis do que ainda vem acontecendo de bom na música popular brasileira.

 

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